A equipa do Accelerator Lab da Guiné-Bissau

Da leitura do manual do Accelerator Lab, à participação nas sessões Zoom de perguntas e respostas, até o envio das candidaturas aos postos e a receção das ofertas. Foi um percurso longo e interessante, acelerado desde o princípio!

Devido à COVID-19, a integração do Accelerator Lab da Guiné-Bissau tem sido mais desafiante que de costume. As várias restrições em vigor levaram a equipa a trabalhar a distância a fim de lançar o Lab e não perder a oportunidade de participar à eventos mundiais.

Perceber o papel do Accelerator Lab de forma prática

A pesar da inúmera repetição do papel do Accelerator Lab, pode ser difícil de se inteirar do conceito, e de facto, a teoria é muito diferente da prática. Tjark Egenhoff, o Representante Residente do PNUD Guinea-Bissau, lançou um desafio à equipa do Accelerator Lab, logo na sua primeira semana com uma mensagem subjacente. A equipa do Accelerator Lab, iniciou de imediato a reflecção sobre a forma como solucionar o desafio lançado de maneira acelerada, e voltou ao Tjark para apresentar o draft. Uma vez apresentado, a equipa percebeu rapidamente a mensagem subjacente do Tjark, “nenhuma solução pode ser apresentada sem consulta prévia com os usuários finais” – o que é a essência mesmo do Accelerator Lab! Como isso, o papel do Accelerator Lab é de propor soluções baseadas em dados, experimentação e a insubstituível experiência daqueles que lidam com os problemas todos os dias.

Chefe de Exploração, Chefe de Experimentação e Chefe de Mapeamento de Soluções – quem faz o quê, quando e onde?

São todos postos muito específicos – se olharmos para os Termos de Referência, é muito fácil de imaginar quem terá a responsabilidade de executar tarefas particulares, com uma compreensão muito teórica. No entanto, dividir as tarefas não é assim tão fácil na prática. Perante os desafios, os papeis mudam constantemente, pois ninguém é capaz de lidar sozinho com um desafio sem a contribuição dum outro membro da equipa. Quanto mais cedo isso é percebido, mais fácil ficará o processo de organização e elaboração de planos de ação que visam a enfrentar problemas locais. Por exemplo, o Chefe de Mapeamento de Solução não pode mapear soluções sem a contribuição do Chefe de Exploração que vai identificar os temas recorrentes numa comunidade em particular e as formas como foram solucionadas no passado. Por sua vez, o Chefe de Experimentação não pode consultar o Chefe de Mapeamento de Soluções antes que experimentem as possíveis soluções a serem mapeadas. Isto é, nenhum membro da equipa pode existir sem o outro, é um único corpo, diferentes órgãos, mas todos importantes para manter o Accelerator Lab vivo!

As sessões de Integração virtuais!

O Accelerator Lab da Guiné-Bissau tem participado às sessões de integração durante as quatro últimas semanas, todas as segundas e quintas das 11h as 13h30 (GMT), onde participam à series de: conversas, sessões reduzidas, seminários colaborativos, chamadas globais e Perguntas e Respostas com o grupo de Accelerator Lab do ano passado a fim de perceber o seu trabalho e o contexto. O objetivo das sessões de integração é de se inteirar da forma como assumir as novas responsabilidades, das diversas ferramentas e metodologias disponíveis, nos pontos em que os outros Labs estão a focalizar-se e como é que irão solucionar os desafios lançados de forma inovadora. A integração do Accelerator Lab da Guiné-Bissau iniciou de forma dinâmica com muitos encontros e contribuições inspiradoras bem como várias reuniões virtuais, a equipa não vê a hora de começar de forma presencial no escritório!

PNUD PNUD no mundo

A

Afghanistan Afrique du sud Albanie Algérie Angola Arabie saoudite Argentine Arménie Azerbaïdjan

B

Bahreïn Bangladesh Barbade Bélarus Bélize Bénin Bhoutan Bolivie Bosnie-Herzégovine Botswana Brésil Bureau du Pacifique Burkina Faso Burundi

C

Cambodge Cameroun Cap-Vert Centrafrique (République centrafricaine) Chili Chine Chypre Colombie Comores Congo (République démocratique du) Congo (République du) Corée (République populaire démocratique de) Costa Rica Côte d'Ivoire Croatie Cuba

D

Djibouti

E

Egypte El Salvador Emirats arabes unis Equateur Erythrée Ethiopie

G

Gabon Gambie Géorgie Ghana Guatemala Guinée Guinée-Bissau Guinée équatoriale Guyane

H

Haïti Honduras

I

Ile Maurice et Seychelles Inde Indonésie Irak (République d') Iran

J

Jamaïque Jordanie

K

Kazakhstan Kenya Kirghizistan Kosovo (selon RCSNU 1244) Koweït

L

Laos Lesotho Liban Libéria Libye L’Ex-République yougoslave de Macédoine

M

Madagascar Malaisie Malawi Maldives Mali Maroc Mauritanie Mexique Moldova Mongolie Monténégro Mozambique Myanmar

N

Namibie Népal Nicaragua Niger Nigéria

O

Ouganda

P

Pakistan Panama Papouasie-Nouvelle-Guinée Paraguay Pérou Philippines Programme palestinien

R

République dominicaine Russie (Fédération de) Rwanda

S

Samoa São Tomé-et-Principe Sénégal Serbie Sierra Leone Somalie Soudan Soudan du Sud Sri Lanka Suriname Swaziland Syrie

T

Tadjikistan Tanzanie Tchad Thaïlande Timor-Leste Togo Trinité et Tobago Tunisie Turkménistan Turquie

U

Ukraine Uruguay Uzbekistan

V

Venezuela Viet Nam

Y

Yémen

Z

Zambie Zimbabwe