Fazer parte de uma equipe completamente nova, adotar um conceito totalmente novo em uma organização com membros de equipe acostumados a trabalhar de determinado modo é um verdadeiro desafio. Além disso, o impacto da COVID-19 nas suas interações diárias significa que houve um grande número de conversas virtuais em comparação com as conversas presenciais. Com o RR incentivando o Laboratório de Aceleração a usar o desafio interno proposto (veja o primeiro blogue) como uma oportunidade de não somente conhecer os colegas, mas também entender o ambiente e as diferentes dinâmicas que já existem, a equipe do Laboratório de Aceleração tem trabalho a fazer! Dando os primeiros passos, de forma preparada, apenas com os desafios internos percebidos que precisam de atenção especial e com as ferramentas que obtiveram no bootcamp. 

Metodologia: Para as PESSOAS e pelas PESSOAS 

Antes de tudo, a equipe entendeu que deve escolher uma metodologia para garantir o recebimento das informações corretas a fim de examinar essa limitação percebida no Escritório Nacional (CO). A equipe explorou o Ciclo do Laboratório de Aceleração (ALC), o Human Center Design (HCD) e o Design Thinking (DT) como abordagens que poderiam ajudá-la a atingir uma solução para os desafios enfrentados. Após uma deliberação e pesquisa cuidadosas, a equipe seguiu diante com uma combinação de DT e ALC, já que isso permitiu que a abordagem fosse antropocêntrica, ao mesmo tempo em que criava espaço para um projeto piloto, teste e crescimento como um processo contínuo.  

Etapa 1: Ênfase (DT) e Sentido (ALC) 

O objetivo da primeira etapa do processo era criar um questionário para os colegas que estavam participando, a fim de entender o que estava a acontecer e se havia, de fato, alguma tensão. As perguntas eram qualitativas e quantitativas e permitiam que os colegas expressassem suas ideias de forma não tendenciosa, que iam além da percepção do desafio. Além disso, a equipe queria que as perguntas fossem suficientemente abertas para abrir espaço para comentários ou sentimentos dos colegas que também pudessem ser incluídos e explorados ainda mais. Após a finalização das 24 perguntas, o Laboratório de Aceleração realizou uma pequena amostra para ver como as perguntas foram recebidas e se eram sucintas, antes de fazê-las para o restante dos colegas. Cada pesquisa levou, em média, 30 minutos e os colegas eram incentivados não somente a propor soluções às suas limitações percebidas, mas também discutir formas como essas limitações foram tratadas no passado e por que não deram certo. Isso abriu espaço para o diálogo e para perspectivas mais ampliadas do Laboratório de Aceleração quando se tratava de estilos de trabalho, ambiente de trabalho e interações diárias entre os colegas. A identidade de todos os colegas participantes era anônima.  

Etapa 2: Ênfase (DT) e Exploração (ALC) 

Após a coleta de todos os dados, o Laboratório de Aceleração obteve as informações suficientes para começar a definir e explorar quais eram e se havia, de fato, tensões existentes no CO. A equipe sentou-se em uma sala e analisou o que foi dito e o sentimento geral dos colegas durante as pesquisas. Após a coleta dessas informações, a equipe começou a criar subgrupos para os temas recorrentes, usando notas de post-it nas paredes. Os subgrupos que mais se destacaram foram: necessidade de espaço social, melhoria das condições de trabalho e mudança na estratégia de comunicação. Essas novas ideias demonstraram um sentimento que não foi abrangido pelo desafio percebido, mas pelas limitações que se tornaram aparentes devido ao diálogo com os colegas. O Laboratório reavaliou para redefinir os desafios percebidos, bem como os novos desafios surgidos, como perguntas do tipo “Como podemos...?”. Este tipo de pergunta baseia-se diretamente numa ideia e é suficientemente aberta a contribuições, exploração e teste. 

Etapa 3: Criação de Ideias (DT) 

Após a equipe receber e processar todas as informações, as etapas subsequentes consistiam em começar a mapear duas coisas provenientes das entrevistas:  

1) Quais soluções já haviam sido testadas pelo CO e por que não funcionaram?   

2) Quais soluções os colegas sugerem para melhorar a sinergia no CO? 

A primeira pergunta informa a equipe sobre qual caminho não seguir novamente devido à sua falta de sucesso no passado, enquanto a segunda informa o estágio de levantamento de ideias, ao incluir o usuário final (colegas do PNUD) na etapa de desenvolvimento de solução. Um grande número de colegas passou por situações similares enquanto outros apresentaram soluções que, embora fossem boas, não eram viáveis para criar um protótipo e testar no Laboratório de Aceleração. Além disso, durante esta etapa de levantamento de ideias, o Laboratório de Aceleração também levantou hipóteses que poderiam funcionar com base na sua experiência enquanto instituição, mas também soluções que surgiram da combinação de diferentes pensamentos sugeridos pelos colegas durante as etapas de Definição (DT) e Exploração (ALC).  

Etapas 4 e 5: Protótipo e Teste (DT) e Teste (ALC) 

Agora, as próximas etapas para o Laboratório de Aceleração são examinar atentamente as soluções fornecidas pelos colegas, levantar soluções com base no que foi dito durante as entrevistas e apresentar formas de começar a criar um protótipo no CO com uma relação direta com as limitações encontradas. Ao apresentar os resultados para o RR, surgiram conversas interessantes que fizeram com que a equipe questionasse a direção que a criação do protótipo poderia seguir para criar uma solução sustentável, mas que incluísse os colegas no processo o máximo possível.   

Os próximos passos

A equipe do Laboratório de Aceleração está muito entusiasmada com as próximas etapas do ciclo, que envolvem o refinar e testar soluções informadas por um conhecimento inestimável fornecido pelos colegas do PNUD em Guiné-Bissau. Portanto, não se trata de uma conclusão, mas dos próximos passos para dar início à parte principal das abordagens de DT e ALC. A equipe está ansiosa para poder criar um protótipo, um teste e voltar para a mesa do projeto, pois, embora tenha entrevistado uma amostra significativa de colegas, ainda há contribuição daqueles que não participaram quando virem os projetos-piloto iniciais. Nesse meio tempo, a equipe do Laboratório de Aceleração exibirá os resultados na entrada do prédio para fazer com que os colegas conversem e façam recomendações em uma caixa de sugestões. 

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PNUD PNUD no mundo

A

Afghanistan Afrique du sud Albanie Algérie Angola Arabie saoudite Argentine Arménie Azerbaïdjan

B

Bahreïn Bangladesh Barbade Bélarus Bélize Bénin Bhoutan Bolivie Bosnie-Herzégovine Botswana Brésil Bureau du Pacifique Burkina Faso Burundi

C

Cambodge Cameroun Cap-Vert Centrafrique (République centrafricaine) Chili Chine Chypre Colombie Comores Congo (République démocratique du) Congo (République du) Corée (République populaire démocratique de) Costa Rica Côte d'Ivoire Croatie Cuba

D

Djibouti

E

Egypte El Salvador Emirats arabes unis Equateur Erythrée Ethiopie

G

Gabon Gambie Géorgie Ghana Guatemala Guinée Guinée-Bissau Guinée équatoriale Guyane

H

Haïti Honduras

I

Ile Maurice et Seychelles Inde Indonésie Irak (République d') Iran

J

Jamaïque Jordanie

K

Kazakhstan Kenya Kirghizistan Kosovo (selon RCSNU 1244) Koweït

L

Laos Lesotho Liban Libéria Libye L’Ex-République yougoslave de Macédoine

M

Madagascar Malaisie Malawi Maldives Mali Maroc Mauritanie Mexique Moldova Mongolie Monténégro Mozambique Myanmar

N

Namibie Népal Nicaragua Niger Nigéria

O

Ouganda

P

Pakistan Panama Papouasie-Nouvelle-Guinée Paraguay Pérou Philippines Programme palestinien

R

République dominicaine Russie (Fédération de) Rwanda

S

Samoa São Tomé-et-Principe Sénégal Serbie Sierra Leone Somalie Soudan Soudan du Sud Sri Lanka Suriname Swaziland Syrie

T

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U

Ukraine Uruguay Uzbekistan

V

Venezuela Viet Nam

Y

Yémen

Z

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